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7 desafios da gestão de e-commerce de grande porte

7 desafios da gestão de e-commerce de grande porte

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As pessoas estão cada vez mais comprando pela internet, e abrir uma loja online é um ótimo investimento para quem visa tornar sua marca mais conhecida, aumentar suas vendas ou mesmo começar um negócio novo.

Todavia, assim como qualquer empreendimento, alguns cuidados são necessários, para que o comerciante não tenha problemas na gestão de e-commerce. De acordo com o SEBRAE, 60% dos comércios virtuais fecham antes mesmo de completar um ano.

Os motivos para que tudo dê errado são vários, mas elencamos aqui as principais falhas cometidas por eles. Acompanhe!

1. Escolher a plataforma errada

A escolha de uma boa plataforma é um dos principais passos que o gestor deve dar. É importante considerar todas as necessidades que o e-commerce terá, além de procurar oferecer ao visitante uma boa experiência.

A adoção de uma plataforma ineficiente tende a gerar grandes inconvenientes, entre os quais podemos citar: falhas no sistema, dificuldades ao inserir os produtos, maior probabilidade de invasão de hackers, impedimento ao consumidor de conseguir navegar e encontrar o que ele deseja.

Para evitar isso, procure uma plataforma que já tenha experiência e nome no mercado e que: ofereça responsividade mobile, proporcione recursos para deixar a loja mais robusta, permita a integração com marketplaces e possibilite a customização.

2. Não dar atenção às formas de pagamento

Cada usuário que acessa uma loja online tem necessidades distintas. Existem os que preferem fazer seus pagamentos apenas por meio de boletos bancários, por considerá-los um meio mais seguro e por possibilitar maior controle. No entanto, há também os que só adquirem um produto se o comércio permitir o pagamento de forma parcelada.

Dessa forma, é um erro imaginar que apenas uma forma de pagamento será o suficiente, pois, isso fará o lojista perder boas vendas.

Hoje em dia, existem facilidades para o gestor, que contentam também o lado do cliente. Gateways e intermediadores de pagamento são investimentos que fazem a diferença nesse momento.

Um gateway é responsável por fazer a ligação entre o comércio e os adquirentes do cartão e é como se fosse uma maquininha virtual. O comerciante pode aceitar muitas bandeiras por ele. Um intermediador de pagamento é uma tecnologia que oferece diversos modos de pagar, inclusive boletos bancários. Uma vantagem é que ele fica responsável por verificar a idoneidade do consumidor, assumindo os riscos em casos de falcatruas.

3. Ignorar as práticas de SEO

SEO é a otimização de sites e conteúdos para que possam ser encontrados por usuários que estejam procurando por serviços e produtos.

Quando uma pessoa pretende realizar uma compra, ela digita alguma palavra ou frase em mecanismos de buscas, como o Google. Se as páginas da loja estiverem bem otimizadas, haverá mais possibilidade de o cliente encontrar o que ele precisa no seu e-commerce, por ele aparecer nos primeiros resultados de busca.

Então, por exemplo, caso seu comércio venda roupa, é necessário saber quais são as categorias de palavras-chave ideais para classificar cada peça. Além disso, o próprio site precisa ter um trabalho bem feito nesse aspecto, tanto nos links quanto nos títulos de cada página, para que não corra o risco de ser considerado conteúdo duplicado.

4. Cometer falhas na logística

Ainda que a loja seja apenas online, é preciso fazer um planejamento de como funcionará o esquema logístico. O estoque dos produtos, as formas de entrega, os valores do frete, os prazos de entrega, a possibilidade de rastreamento: tudo precisa ser pensado e implementado em prol da eficiência e satisfação.

Com relação às entregas, existem as possibilidades de correios ou transportadoras, por exemplo. A primeira opção é mais limitada com relação aos valores e tamanhos de pacote. No segundo caso, há mais liberdade para diminuir o valor do frete, ao fazer contrato com empresas de confiança. Os estoques precisam ser planejados, de acordo com a liquidez de cada mercadoria. O código de rastreio é fundamental para o comprador ter mais segurança da compra.

5. Desmerecer o atendimento aos clientes

O atendimento aos consumidores é essencial para gerar mais vínculo e aumentar a confiança e a lealdade. Uma loja que, por exemplo, tenha muitas reclamações em redes sociais e ignore esses feedbacks afastará outros possíveis compradores, perdendo grande número de negociações. É preciso se lembrar, também, daquele visitante que fica com dúvidas antes da compra, enquanto visualiza as mercadorias. Para suprir isso, chats online conseguem dar conta do recado.

Não se esqueça, ainda, da atenção pós-compra. Mande mensagens aos clientes perguntando o que acharam do processo de aquisição e se ficaram satisfeitos com seus novos produtos.

6. Esquecer-se da segurança na loja

A Konduto já revelou que e-commerces sofrem uma tentativa de fraude a cada cinco segundos. Um comerciante pode ter duas consequências aqui.

A primeira é facilitar que os dados pessoais e bancários dos seus clientes sejam roubados e usados de forma indevida. Isso faria o consumidor ficar com um pé atrás antes de comprar novamente no estabelecimento. A segunda é a própria loja ser vítima de fraudes, podendo ter de lidar com o chargeback, que é quando o usuário de um cartão cancela alguma compra indevida, o que faz com o lojista tenha que arcar com os prejuízos.

Para aumentar a segurança do e-commerce, além de uma boa plataforma, invista em blindagens, certificados e criptografias de informações sigilosas. Um certificado SSL e selos, como o do Ebit, são, inclusive, meios de transmitir mais confiança aos visitantes e aumentar a taxa de conversão.

7. Não investir em marketing

É preciso investir em marketing digital para que as pessoas saibam da existência da sua loja e para que percebam os ganhos que podem ter ao fazer aquisições nela.

Sendo assim, pesquise formas de chamar mais pessoas para seu e-commerce. As redes sociais permitem a criação de anúncios, o que é ótimo para atingir um público mais segmentado. Criar perfis no Facebook ou no Instagram também é um meio de deixar a marca mais visada. Além disso, investir em um blog com conteúdos escritos ou em vídeos costuma dar bons resultados na conversão.

Fazer a gestão de e-commerce é um processo que exige cautela e um estudo planejado na área. Porém, quando bem realizado faz a loja virtual se sair na frente da concorrência.

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Sobre o autor
Thadeu Arias
Thadeu Arias Growth Hacker | SEO and Marketing Strategy | Especialista em E-commerce, sua passagem por agências de publicidade, trouxeram bagagem em performance e conversão para e-commerce. Apaixonado por estudo, e aficionado por testes e análise de resultados. Acredita no data driven como acelerador de crescimento.
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