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Monetização de aplicativos: veja 6 formas que você pode adotar!

A monetização de aplicativos é essencial para a sustentabilidade do negócio. É preciso conhecer as abordagens e escolher a ideal.

Monetização de aplicativos: veja 6 formas que você pode adotar!

A monetização de aplicativos é a principal estratégia para obter retornos sobre um produto de software mobile. Trata-se de uma abordagem comum no mercado para muitas empresas, embora seja diferente a depender do contexto. Monetizar um app hoje não é uma tarefa difícil, já que isso pode ser feito de diferentes maneiras. O dono deve então escolher o que for mais interessante para o seu público.

Para quem deseja criar um impacto no mundo a partir de um app, aprender as formas de monetização é essencial. Desse modo, você coloca a sua ideia em prática e consegue ganhar dinheiro com ela para se manter.

Você tem interesse? Então, continue acompanhando atentamente os tópicos a seguir. Explicaremos como funciona essa estratégia de conseguir pagamentos nos apps e quais são as diversas abordagens.

Como funciona?

Um aplicativo hoje é um produto. Contudo, na maioria das vezes, ele é oferecido de graça para as pessoas. Nesse caso, o pagamento pode ser em fidelização a uma marca ou em ações posteriores como uma venda ou um fechamento. Mesmo diante desse cenário, para muitas organizações, é interessante adotar um meio de financiar o seu app.

No mercado de aplicativos, vemos muitas empresas apostando nessa abordagem. Contudo, elas variam, justamente por conta dos negócios e do público. O ideal é que isso seja feito de uma maneira estratégica, sem ser incisivo ou incômodo.

Nos modelos que existem, as empresas alternam entre opções de financiamento próprias, por meio dos seus serviços, restrições ao acesso, parcerias com outras companhias, etc. As regras da monetização são configuradas a nível interno ou definidas com auxílio de sistemas e plataformas específicas.

É fundamental destacar que o que se vende não é o app somente. A experiência de uso e de relação com as abordagens de pagamento também conta bastante para fidelização de um usuário. Para que um app seja bem-sucedido e sua ideia consiga ser disseminada para mais pessoas, é essencial que haja um cuidado com as sensações do cliente ao utilizar o sistema.

Quais são os tipos?

Veremos agora quais são os tipos de monetização existentes.

1. Modelo pago

O primeiro tipo é o mais restritivo e menos comum atualmente. Trata-se do app que é pago por padrão e exige que o usuário pague a fim de começar a usar. Geralmente, é um modelo de pagamento recorrente, que pode ser realizado por meios modernos de pagamento. Esse tipo de financiamento é interessante por gerar uma sensação de exclusividade para quem utiliza e uma certa expectativa por maior qualidade do sistema.

O retorno ao criador é garantido, já que todos os downloads necessariamente terão que gerar o valor definido.

Um dos contras desse método é o fato de que o app vai concorrer com opções livres de custos. Ou até mesmo concorrerá com sistemas que combinam outras estratégias que mencionaremos. Assim, o cliente às vezes não tem tanta paciência para pagar para usar.

2. Freemium

O freemium é um modelo mais comum e adaptável à realidade moderna. Consiste em dividir o software para uso grátis e uso pago, sendo que a parte livre de pagamentos apresenta funcionalidades e algumas restrições, como em uma versão de teste. A parte paga é, portanto, livre de quaisquer restrições, apresentando um escopo maior de funções para otimizar a vida dos usuários.

Esse tipo é vantajoso justamente por não ser 100% restritivo. As pessoas ainda conseguem fazer um teste com a versão gratuita por um tempo e posteriormente investir no app. O investimento é feito com maior segurança e certeza do valor e do retorno para o usuário. Além disso, quando o cliente efetivamente resolver assinar, ele estará acostumado com o sistema.

O freemium é uma abordagem de venda feita aos poucos. Primeiro, conquista-se o cliente com uma experiência inesquecível e uma usabilidade sólida. Em seguida, obtém-se o seu voto de confiança. Ademais, é um bom modelo para concorrer com outros apps.

3. Paywalls

O paywall é, assim como o freemium, um tipo que combina acesso gratuito e acesso pago. Contudo, é uma abordagem mais voltada a conteúdo, como artigos e notícias de jornal. Assim, alguns conteúdos são abertos a todos, enquanto outros especializados são acessados apenas por quem pagar.

Nesse caso, o acesso restrito em alguns casos se torna uma experiência frustrante, mas é decisivo para que o usuário repense e decida assinar.

Mais uma vez, a sensação de exclusividade surge forte. De modo a aprofundar essa questão, o fornecedor do app pode ainda oferecer outros benefícios para os assinantes, a fim de tornar a experiência satisfatória e atrair mais pessoas.

4. Publicidade

A publicidade é um método bastante utilizado. Trata-se do uso de anúncios na interface do app, concorrendo com elementos da composição visual. Desse modo, a empresa que oferece o app ganha com visualizações e cliques nesses banners. O interessante é que existem plataformas específicas, como a do Google e do Facebook, que ajudam o dono do aplicativo na configuração das propagandas.

Esse modelo é efetivo por apresentar a publicidade de uma forma direta, intrínseca à própria experiência de uso do app. Contudo, em alguns casos, é considerada invasiva e poluente, pois prejudica até mesmo a legibilidade e o uso do sistema para a finalidade desejada.

Vale ressaltar que a publicidade em alguns cenários aparece associada ao modelo freemium também. O usuário na versão grátis é obrigado a visualizar os anúncios, mas consegue eliminá-los em uma versão paga do sistema. De qualquer jeito, você consegue gerar receita.

5. Compras

Além dos tipos que já comentamos, você pode assegurar que os usuários realizem compras diretamente no app. Nesse caso, o app se torna uma estratégia ativa de geração de renda para a sua empresa. Jogos são aplicativos que investem nesse método: o jogador adquire recursos extras ao comprá-los no próprio sistema.

6. Taxas sobre serviços

Alguns sistemas como iFood e Uber adotam outro tipo de financiamento: o taxamento dos serviços. Eles ganham dinheiro a partir de uma incidência no próprio valor dos serviços que oferecem. No caso do Uber, cada corrida é descontada de um custo que vai para a própria empresa. Assim, conseguem ROI para o seu app e monetizam a estratégia.

Uma desvantagem é que esses valores podem ficar caros e frustrar um pouco os usuários. É preciso um bom controle dessa divisão para evitar insatisfação.

Como identificar o tipo mais adequado para o seu app?

São vários tipos como vimos. Por isso, é necessário um cuidado maior na hora de selecionar o modelo mais conveniente e efetivo para sua empresa e seu app.

Um dos aspectos a se considerar é a própria finalidade do app. A partir de uma autoanálise, você consegue chegar à decisão sobre o melhor meio de obter renda. Observe também o comportamento do seu público, a fim de identificar a abordagem menos incômoda para o seu tipo de usuário.

Tente entender o quanto o seu cliente está disposto a pagar no seu app. Também vale a pena verificar quais são as ações adotadas pelas empresas da concorrência para monetização.

A monetização de aplicativos é uma forma de obter retorno com seus sistemas. Assim, você consegue colocar a sua ideia no mundo e extrair dinheiro dela para viver do seu sonho. Para isso, é fundamental continuar aprendendo sobre os modelos mais usados e sobre estratégias para auxiliar na gestão dos pagamentos nesses apps.

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