Passo a passo: Integração de formas de pagamento no WooCommerce e Magento

Passo a passo: Integração de formas de pagamento no WooCommerce e Magento

Integração de formas de pagamento à sua loja online é essencial! O processo pode ser realmente simples caso você utilize uma plataforma de e-commerce eficiente, como o Magento, ou opte pelo WooCommerce — a ferramenta do WordPress que transforma blogs em lojas virtuais.

Para que você não tenha dores de cabeça na hora de fazer a integração de formas de pagamento, mostraremos neste post como unir as soluções mais comuns desse processo — os gateways e intermediadores — ao seu sistema de controle de e-commerce favorito. Confira!

Utilizando gateway de pagamento

O gateway de pagamento é uma ligação direta entre sua loja e instituições financeiras. De certa forma, é como se você utilizasse uma maquininha da Cielo para receber pagamentos via bandeira Elo.

As vantagens desse meio de pagamento incluem taxas mais baratas, recebimentos rápidos e a possibilidade de oferecer condições especiais aos clientes, como parcelamentos sem juros.

No entanto, é preciso fazer um contrato com cada bandeira de cartão de crédito separadamente, o que envolve um nível considerável de burocracia. Ou seja, a opção é válida para quem tem um volume realmente grande de vendas.

Para integrar um gateway no WooCommerce ou Magento, siga os seguintes passos.

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Acerte na assinatura do contrato

Antes de mais nada, é preciso escolher corretamente os seus fornecedores. Para isso, procure as bandeiras de cartão mais populares — como Visa, MasterCard e Cielo.

Além disso, lembre-se de negociar aspectos como o valor da taxa por transação, prazo para o pagamento ao lojista e recursos extras, como a possibilidade de adiantar o recebimento ou realizar parcelamentos nas compras.

Atualize as opções antifraudes da sua loja

Em geral, os gateways se resumem a um canal de comunicação direto entre a loja e instituições financeiras. Portanto, não é comum encontrar gateways já com soluções antifraudes integradas.

Isso significa que sua loja vai precisar de certificados de segurança eficientes, e a melhor maneira de iniciar esse processo é obter um certificado SSL — aquele responsável por deixar um cadeado ao lado do URL da loja na barra de endereço. Esse certificado garante que as informações utilizadas no site são privadas, portanto, não há riscos de vazamentos.

Utilize uma API ou extensão

O passo mais importante está na correta integração entre o gateway e o WooCommerce ou Magento. Afinal, a sua plataforma de e-commerce também precisa ser utilizada para gerenciar cobranças. A boa notícia é que isso pode ser feito de forma simples: existem extensões e plugins de gateways na própria loja do WordPress, caso utilize o WooCommerce.

Você também pode usar plugins na plataforma Magento por meio do Magento Connect Manager. Basicamente, o gateway vai ser integrado como um módulo da sua plataforma de e-commerce, portanto, é um processo simples e seguro.

Além de contar com plugins e extensões, você pode recorrer a uma API. Trata-se das regras estabelecidas pelos fornecedores para que dois programas diferentes — como o gateway e a plataforma de e-commerce — interajam de maneira fluida. As APIs costumam exigir um esforço de programação simples e os provedores de gateways tendem a dar um apoio técnico no momento da implementação da ferramenta.

Receba os primeiros pagamentos

Antes de realizar as primeiras vendas, lembre-se de fazer testes nos sistemas de recebimento. Assim, você consegue identificar problemas sem colocar em risco as transações da loja.

Com as ferramentas funcionando, basta acompanhar o volume de compras e conferir os prazos estimados pelas operadoras para a transferência de saldo para sua conta.

Como você provavelmente terá mais de um gateway na sua loja, o trabalho de gerência precisa de atenção especial. Se possível, utilize ferramentas que automatizam a monitoria de entradas financeiras na sua loja.

Utilizando intermediadores de pagamento

Você já deve ter ouvido falar de Moip, PagSeguro ou PayPal. Eles são três exemplos de intermediadores de pagamentos, ou seja, fornecedores especialistas em fazer a mediação entre clientes, lojistas e instituições financeiras.

Aqui, o consumidor faz o pagamento via intermediador, que fica responsável por conferir a integridade da transação junto às bandeiras de cartão de créditos e bancos e repassar o valor da venda para o lojista (descontando taxas de administração).

A maior vantagem é que intermediadores possibilitam a aceitação de vários meios de pagamento de uma única vez, ou seja, você não precisa fazer contratos com cada bandeira de cartão ou banco.

Por outro lado, as taxas de administração de intermediadores são mais altas que as de um gateway e o tempo até o recebimento pode ser um pouco maior. Mesmo assim, a opção pode ser uma boa ideia para pequenos e médios lojistas, já que os intermediadores também oferecem sistemas antifraudes integrados.

Para utilizar esse recurso na sua loja, siga os passos seguintes.

Escolha o intermediador

A escolha do intermediador deve considerar o leque de opções de pagamento que ele oferece. Afinal, você quer receber por meio do maior número de cartões de crédito e débito possível e ainda emitir boletos.

Lembre-se de conferir as taxas por transação e o tempo até o recebimento de valores. Por fim, verifique quais as ferramentas de segurança oferecidas pelo intermediador, já que são essas soluções que vão garantir a integridade dos dados dos compradores e do próprio lojista.

Utilize-o como módulo ou extensão

Caso você esteja utilizando o WooCommerce, pode encontrar os plugins já prontos dos principais intermediadores de pagamento na loja do WordPress. Ou seja, basta selecionar aquele fornecedor da sua preferência e adicionar a extensão na sua própria loja.

No Magento, os intermediadores são utilizados como módulos. Ou seja, é como se você adicionasse um novo recurso ao seu site de maneira simples e de acordo com suas necessidades específicas.

Quando esse módulo é utilizado, o cliente entra na sua loja, escolhe os produtos, enche o carrinho e, no momento de fechar a compra, ele é levado ao ambiente do intermediador. Vale lembrar que esse processo é simples, orgânico e não vai espantar o seu comprador. Em alguns casos, é possível realizar todos esses passos em poucas páginas.

Receba os pagamentos

Aqui, nossas dicas são bem parecidas com aquelas do gateway. Antes de colocar o intermediador em uso, faça testes para detectar possíveis problemas. E com ele em operação, fique de olho nos prazos e preços acordados em contrato. Uma vantagem é que toda a entrada da loja passa pelo intermediador, o que facilita a gestão de vendas.

É importante ficar atento a alguns protocolos específicos dos intermediadores. Eles realizam a identificação de riscos de cada transação, e isso pode atrasar a aprovação de um pagamento. Além disso, clientes podem abrir processos caso se sintam lesados pela loja, ou seja, eles solicitam ao intermediador que não repasse o dinheiro de uma compra ao lojista até que o problema seja resolvido.

Viu como é simples cuidar da integração das formas de pagamento? Compartilhe esse post nas redes sociais e ajude seus colegas de WooCommerce e Magento a tirarem o máximo de suas plataformas de e-commerce!

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