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Conheça 6 estratégias essenciais para a redução de custos no e-commerce

Conheça 6 estratégias essenciais para a redução de custos no e-commerce

Tão importante quanto pensar em estratégias para aumentar as vendas é bolar um planejamento voltado para a redução de custos no e-commerce. Essa é uma prática fundamental para que a loja consiga oferecer melhores condições de frete para seus clientes, reduzir preços, fazer novos investimentos e expandir suas operações, mantendo sua competitividade.

Assim como nas finanças pessoais, umas das principais receitas para uma empresa ter mais recursos financeiros é cortar gastos e otimizar investimentos. E é aí que entra o plano estratégico de redução de custos! Nesse sentido, você pode criar uma planilha e coletar os dados de ferramentas de gestão e análise para identificar os custos da loja e os retornos sobre os investimentos feitos. Dessa forma, é possível definir estratégias que ajudarão seu e-commerce a economizar!

Neste post, você conhecerá 6 exemplos de ações essenciais para se inspirar e reduzir os gastos em sua loja. Acompanhe!

1. Aposte na terceirização de processos e setores

Quando um empreendedor começa a gerir seu e-commerce, seja sozinho ou com uma equipe pequena, é natural que surja uma sobrecarga de trabalho. Como a contratação de novos funcionários pode acarretar em custos pesados (de encargos trabalhistas e de treinamentos, por exemplo), uma das soluções é buscar a terceirização.

Atenção: ao contrário do que muita gente pode pensar, essa escolha não implica em perda de qualidade. Aliás, muito pelo contrário! Trata-se de fazer negócio com empresas especializadas naquele serviço contratado, capazes de gerar até mais resultados que uma equipe própria.

Pense, por exemplo, nas vantagens de terceirizar o processamento de pagamentos da loja virtual com uma intermediadora. Em um único contrato e com uma integração simples com sua plataforma, essa prestadora de serviços toma a responsabilidade pelo sistema antifraude, pela conciliação bancária e pelo repasse de valores.

Indo além dos pagamentos, você também pode considerar, por exemplo, a terceirização do marketing, da contabilidade, do call center, do suporte em TI e do estoque. O que acha da ideia?

2. Promova uma redução nos custos com estoque

Já que terminamos o tópico anterior falando em estoque, vamos seguir com o tema! Afinal, essa é uma das áreas que mais podem pesar no orçamento de um e-commerce — principalmente se sua gestão não for precisa. Aliás, precisão é ponto-chave dessa questão. Sem ela, uma loja pode sofrer tanto com o excesso de produtos encalhados como com a falta de mercadorias no estoque.

Um giro mais alto que o suportado pelo estoque pode resultar em compras emergenciais de mercadorias extras com os fornecedores, por exemplo. Por outro lado, um giro muito baixo torna a manutenção desses itens parados mais cara que o previsto.

Nesse quesito, o mais importante é entender o tipo de estoque ideal para seu e-commerce. Para isso, é preciso analisar fatores como responsabilidade pela fabricação dos produtos (se é própria ou terceirizada), distância dos fornecedores, tipos de mercadorias vendidas e principais regiões de onde vem sua demanda. Assim, você saberá se é melhor e mais econômico ter um estoque próprio, espalhar centros de distribuição em outras regiões ou terceirizar o armazenamento com os fornecedores.

3. Repense os gastos e os sistemas de frete

Como você provavelmente já sabe, o frete é um fator que influencia bastante as decisões de compra dos consumidores. Mas nem por isso dá para fechar os olhos em relação aos custos que ele gera na logística de um e-commerce!

Tudo bem que, quando a entrega é perfeita, acontecendo dentro do prazo e sem avarias, extravios ou devoluções, os valores despendidos ficam dentro do esperado. O problema surge ao ter que lidar com falhas nos envios dos produtos. Para evitar maiores gastos, o ideal é trabalhar com mais de um fornecedor de entregas. Assim, se você opta apenas pelos Correios, que tal buscar uma transportadora particular?

O investimento se tornará maior, especialmente em função dos gastos com seguros para as cargas, mas pode ser bem compensador. Nesse cenário, tanto a loja como os clientes terão novas opções de prazos, preços e qualidade de serviço para garantir que a entrega seja mais eficiente e corra menos riscos.

Uma outra opção que pode ser viável é a utilização de pontos de retirada das mercadorias. Essa alternativa é interessante para as lojas que têm uma filial física ou um depósito que possa receber os clientes pessoalmente para fazer a coleta dos pedidos. Dessa maneira, os custos de entrega seriam reduzidos por serem repassados, em grande parte, para os consumidores.

4. Cuide da gestão dos seus fornecedores

Fazer pesquisas de preço e renegociar com fornecedores são sempre boas pedidas quando se fala em economia no e-commerce. Por isso, se você pretende contratar um parceiro de negócio, é legal analisar as diferentes opções no mercado para comparar preços e prazos de produção e entrega das mercadorias.

Depois de um tempo de contrato, vale negociar novas condições de pagamento, como uma possível redução de preços na compra de lotes maiores ou uma venda condicionada aos pedidos feitos na loja. Tudo é uma questão de encontrar parceiros que possam oferecer os melhores serviços por preços mais em conta e com potencial para criar vínculos mais longos. Afinal, toda mudança de fornecedor gera custos e muda o ritmo de processos já estabelecidos.

5. Faça investimentos em marketing

A princípio pode até não parecer, mas acredite: separar uma verba do seu orçamento para investir em marketing pode resultar em redução de custos no e-commerce. Lembre-se de que o papel do marketing não é só trazer novos compradores, aumentar as vendas e elevar o faturamento da loja. Suas ações também são responsáveis por diminuir custos para adquirir clientes. Mas como isso acontece?

Graças ao baixo custo, à segmentação e à capacidade de monitoramento das estratégias de marketing digital, é possível ampliar sua base de clientes sem desperdiçar dinheiro. Uma campanha feita no Google AdWords, por exemplo, tende a entregar resultados satisfatórios. Isso acontece porque só será impactado quem estiver dentro do perfil definido de público-alvo, quem usar as palavras-chave compradas no leilão. Suas mensagens serão direcionadas, portanto, apenas a quem tem interesse no que a loja vende.

6. Explore ferramentas de gestão e automação

Essa estratégia segue a mesma ideia da terceirização: transferir a responsabilidade de alguns processos internos que não fazem parte do foco da empresa. Nesse caso, a diferença é que essa mudança vai para a automação, um sistema que dá conta de certas tarefas manuais. Alguns exemplos são:

  • as plataformas de e-commerce: responsáveis pelo gerenciamento da loja, como o cadastramento de produtos, configuração do design, integrações com outras plataformas e assim por diante;
  • os sistemas de gestão empresarial (ERPs): importantes para gerar relatórios gerenciais, encaminhar o envio de pedidos da loja para o estoque, emitir notas fiscais, entre outras funções igualmente essenciais;
  • os sistemas de gestão de relacionamento com o cliente (CRMs): proporcionam uma base de dados escalável capaz de gerenciar o contato com todos os clientes;
  • as ferramentas de web analytics: são grandes aliadas na hora de monitorar a origem, o perfil e o comportamento dos visitantes no site da loja.

Isso sem falar nas plataformas de automação de marketing, de envio de e-mail marketing e de análise de riscos, além dos chatbots e de tantas outras opções que podem ser úteis para seu e-commerce quando houver necessidade.

Perceba que, além de serem relevantes para a redução de custos no e-commerce, essas estratégias ainda apontam para uma gestão menos carregada e mais produtiva da loja. Enquanto algumas dicas indicam o ganho de eficiência com redução do trabalho manual ou interno, outras permitem que o e-commerce ofereça melhores condições de compra, de entrega e de relacionamento para os consumidores. A lição que fica é que a economia é consequência de uma administração mais inteligente e da oferta de uma melhor experiência de consumo para o cliente.

Viu como essas estratégias podem ajudar com a redução de custos no e-commerce? Quer dividir essas dicas com outras pessoas interessadas? Então compartilhe este post em suas redes sociais!

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Sobre o autor
José Renato Galleti Silva
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