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Gestão de marketplace: 6 desafios enfrentados e como solucioná-los

Gestão de marketplace: 6 desafios enfrentados e como solucioná-los

Vender por meio das Americanas, do Submarino, Pontofrio e outros portais, pode ser uma excelente estratégia para atrair mais consumidores e alavancar mais vendas. Porém, o gestor que faz essa decisão, às vezes, enfrenta algumas dificuldades na gestão de marketplace.

Por ser uma espécie de shopping virtual, as operações podem demandar mais atenção do que em um e-commerce privado. Além disso, esses lugares estabelecem regras que, se não forem cumpridas, fazem com que o comerciante sofra algumas punições.

Continue a leitura e entenda melhor que ações tomar frente aos desafios listados para que suas transações sejam sempre volumosas!

1. Integrar com a loja virtual

Muitos gestores erram ao não investir em uma plataforma que possibilite a integração à loja virtual com facilidade. Através de uma tecnologia robusta, é possível otimizar as operações sem tanta burocracia e, assim, agilizar as transações.

Além de facilitar o cadastro de mercadorias, contar com uma plataforma eficiente permite uma melhor administração das operações necessárias, como gestão de pedidos e prazo para envio dos produtos. Além disso, quando o e-commerce está integrado, o comprador percebe, com mais facilidade, a origem da sua mercadoria. Isso pode gerar tráfego para o site da loja e, então, fazer com que os consumidores adquiram outros produtos vendidos por lá.

2. Gerir o estoque

Quando o comerciante não consegue fazer a gerência do próprio estoque, ele corre o risco de vender produtos que já nem existem mais. A consequência disso é ter que lidar com clientes frustrados e inserindo reclamações em redes sociais, ter o nome do comércio difamado e precisar pensar em boas estratégias para solucionar esse problema, sem que gere mais desencantamento ainda.

A plataforma que facilita a integração, como dito no tópico anterior, também pode resolver o gerenciamento do estoque, por ter tudo incorporado em um só lugar. Assim, se um item é comprado da sua loja virtual, ele também é retirado do marketplace.

3. Combater a concorrência

Outro desafio nessa questão é lidar com a concorrência. Um marketplace abriga centenas de gestores que comercializam os mesmos produtos. Não ter uma estratégia para se destacar pode fazer com que tudo seja tempo perdido.

O comerciante deve ter em mente que uma pessoa que compra nesse tipo de shopping virtual faz essa escolha pela confiança que ele oferece. Assim, muitas vezes, não fará tanta diferença a ela de onde vem a encomenda. Muitos usuários também têm o hábito de fazer verificação de preços em sites comparativos, como o Buscapé e o Zoom.

Dito isso, é importante prestar atenção em vários pontos. É preciso caprichar no SEO, pois, é através de palavras-chave bem inseridas que o produto poderá ser encontrado. Assim, é importante saber o que o cliente digitaria para procurar o que ele quer. Descrições das mercadorias também são úteis e podem fazer a diferença, demonstrando mais profissionalismo e confiança de que o item atenderá suas necessidades.

Outro ponto interessante é com relação à propaganda nos meios digitais, que quando bem-feitas tendem a aumentar a taxa de conversão. Banners, e-mail marketing e remarketing são algumas das opções.

Podemos falar, ainda, do buybox, que são caixas de destaque. Para conseguir estar nela, o marketplace exige alguns critérios, como tempo de seller no ambiente, avaliação média feita pelos clientes, preço do item e frete. Assim, ainda que a mercadoria tenha forte concorrência, o comerciante consegue aumentar suas vendas.

4. Oferecer boas formas de pagamento

Quanto mais completo o serviço de pagamento, mais clientes vão querer consumir. A experiência do consumidor precisa ser boa o suficiente para que não apenas ele queira adquirir o item no momento, mas também volte todas às vezes em que precisar fazer novas aquisições.

Sendo assim, é primordial oferecer várias formas de pagamento, como boleto bancário, transferência entre contas, parcelamento em cartão de crédito. Além disso, esse processo precisa ser amigável e ter segurança para que os dados não sejam roubados. Gateways e intermediadores de pagamento costumam ser boas soluções nesses casos.

Sobre a questão da precificação, existem ferramentas capazes de avaliar o valor que os concorrentes estão cobrando e mudar, automaticamente, o preço das mercadorias para ficar sempre abaixo da concorrência.

Se o espaço oferecer a possibilidade de o consumidor comprar vários itens ali dispostos, de várias origens diferentes, e poder fazer um pagamento único, isso garantirá muitos pontos pelo cliente.

É importante se lembrar ainda de que a cada compra efetuada é preciso repassar um percentual para o marketplace, de acordo com o assinado no contrato. Então, ao decidir o valor final, isso deve ser levado em consideração.

5. Atender solicitações de dúvidas

Quando a quantidade de pedidos aumenta, a empresa começa a ter mais dificuldades para lidar com outras questões, como a de resolver impasses com os clientes.

É necessário que o marketplace tenha estrutura para conseguir lidar com essas questões mais internas e resolver os problemas com os consumidores. Ter um setor disponível ― como um call center― apenas para fazer esses atendimentos, em prol de demonstrar todo o conforto e a confiança, faz com que o cliente se sinta mais seguro em voltar a adquirir, quando precisar.

6. Enviar notas fiscais

Se o gestor não contar com o software de integração, precisará emitir no marketplace as notas fiscais uma a uma. Quando as vendas são baixas e ele ainda está começando com sua loja virtual, isso pode ser realizado sem tantos esforços. No entanto, a partir do momento em que o fluxo de vendas aumenta, haverá grande dificuldade em sintonizar a emissão das notas com as transações.

Além disso, essa questão pode facilitar erros na hora de anotar valores ou códigos, o que fará com que todo o processo fique ainda mais atrasado. Logo, tudo vira uma bola de neve, pois, as notas precisarão ser refeitas, o envio das mercadorias ficará atrasado e o cliente poderá dar uma avaliação negativa no desempenho da loja.

Fazer a gestão de marketplace pode ser um desafio, principalmente no início da operação, quando ainda é preciso se adequar a algumas regras e processos. No entanto, seguindo as orientações apresentadas neste artigo é possível se livrar das dificuldades.

E como anda seu e-commerce? Quer saber os principais problemas enfrentados por quem gere um? Então, leia o próximo artigo!

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Sobre o autor
Thadeu Arias
Thadeu Arias Growth Hacker | SEO and Marketing Strategy | Especialista em E-commerce, sua passagem por agências de publicidade, trouxeram bagagem em performance e conversão para e-commerce. Apaixonado por estudo, e aficionado por testes e análise de resultados. Acredita no data driven como acelerador de crescimento.
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